O 25 de Abril e o Suave Perfume da Liberdade

Escreve quem sabe

O ser humano tem uma capacidade de adaptação impressionante e, com o passar do tempo, tem uma forte tendência para relativizar ou romancear as suas próprias vivências. Ao celebrarmos o 43º aniversário do 25 de Abril, este fenómeno de não consolidarmos a verdade histórica deste acontecimento e das suas consequências na vida dos portugueses e de outros povos irmãos, pode provocar uma distorção dos mesmos. Ao comemorarmos o “Dia da Liberdade”, estamos a celebrar a dignidade da pessoa, em todas as suas dimensões, pessoal, profissional, social e política, sendo este dia o símbolo da mudança de paradigma operada entre um sistema ditatorial, mais ou menos eufémico, e um sistema democrático, também ele em fase de desenvolvimento. Por isso, a recomendação de Saint-Exupéry: «devemos ver e ouvir com os olhos e os ouvidos do coração, pois só com estes se capta o essencial da vida», assume uma relevância extraordinária se a colocarmos no centro destas comemorações. Aí...

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