A Escala de valores

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A Comissão Executiva do ‘Grupo Escala Braga’, aquando da sua posse institucional da gestão do Hospital de São Marcos, distribuiu e sensibilizou por vários espaços físicos, um conjunto de painéis mensageiros da sua política objectiva de trabalho. Neles se observam termos expressivos dos verdadeiros “mandamentos” da boa conduta profissional, “coisa que no passado tanta falta fazia e por impertinente que pareça, para alguns trabalhadores, funcionava tudo ao contrário para desespero e sofrimento deles. Felizmente, já pertence ao passado, embora inesquecivelmente a penhorada época de 2005-2009, foram complementados de muita mancha negra, falta de civilidade e na óptica dos mais cépticos, abundância de folclore de montra de “serviço feito em nome de um alegado e fantasiado interesse público”. Era uma espécie de ‘marketing’ de contexto chinês.

Neste contexto do bom discurso ilustrativo pedagógico nos citados painéis, podemos observar termos expressivos ao desafio dos nossos comportamentos da vida activa do desempenho profissional e aos mecanismos saudáveis de estímulos, motivação e bem-estar psicossocial daqueles que se prezam trabalhar com orgulho.

O ‘Grupo Escala Braga’ apela à “competência, sentido de responsabilidade, inovação, dignidade, qualidade”, entre outros. Está lançada a essência da sua política de trabalho em nome da qualidade de serviços para todos os cidadãos que recorram ao Hospital de Braga.
Acrescento ainda outros “mandamentos de valores profissionais, tais como: dinamismo, observação, competição, esperteza, sensibilidade, emotividade, criatividade, liderança, espírito de equipa, humildade e actualização do saber, são indispensáveis neste mundo de competitividade e de empreendedorismo.

A vida em grupo pressupõe maturidade. É preciso saber ouvir, ter bom senso, tomar cuidado com o que se fala e quando se fala, não agir por impulso, saber se controlar, dar importância para a opinião alheia e se conhecer. Apenas com o autoconhecimento é possível reconhecer seus pontos positivos e negativos, para que uma atitude seja tomada em direcção à melhoria. Saber se expressar, ser educado, não economizar palavras como ‘não sei’ e ‘não é aqui é acolá’, mas alargar o diálogo num franco convívio com a pessoa que exprime a sua confiança nas nossas atitudes, isto é, tratar o utente como algo de proximidade familiar ou de convivência social.

O Hospital de Braga tem um elevado potencial de recursos humanos dotados de técnicas diferenciais e capazes de constituírem autênticos ‘milagres’ de intervenção profissional face às necessidades e exigências da sua comunidade utilizadora. Importa agora, “ressuscitar” ou revitalizar a sociabilidade humana com toda a transparência e isenção de critérios de selectividade duvidosa.

Premiar os que produzem efeitos de trabalho competente e qualificado e educar pedagogicamente aqueles que ainda não aprenderam ou estão padecidos de hábitos instalados, outrora protegidos ou patrocinados, nos seus devidos deveres de exerceram a sua missão funcional mais activa, mais produtiva e eficaz. Deste modo, construímos uma sociedade exemplar, desenvolvemos mais riqueza, satisfazemos os empregadores, somos empreendedores de objectivos aliados aos pedidos da sociedade civil e honramos os nossos compromissos com o bem comum, tudo isto, em nome do verdadeiro e excepcional interesse público em toda a sua dimensão: profissionais, cidadãos, região e investidores.

Os sinais dos tempos, apesar de muito fresco, indicam-nos que, estamos no bom caminho, convictos dos níveis de satisfação para a excelência.
Reconheça-mos a “grande família” de profissionais de saúde empenhados e altamente qualificados no Hospital de Braga, predisponentes a dedicar a sua eficácia e eficiência aos utentes, em nome do seu dever de responsabilidade técnico-profissional, prestígio institucional e sentimento de agrado pessoal.

Albino Gonçalves

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