Criar valor, promover a excelência

Escreve quem sabe

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Agostinho Peixoto

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O consumo turístico e as actividades conexas criam emprego não só em sectores centrais, como o alojamento, os operadores turísticos, as agências de viagens, a restauração, os transportes e as atracções, mas também, de forma indirecta, através de actividades complementares, como as indústrias alimentares e a construção.

Do mesmo modo, verifica-se criação de empregos no sector público, como, por exemplo, em serviços de aconselhamento, segurança pública e protecção ambiental. O impacto mais amplo do turismo deve ser tido em conta em requisitos específicos de formação e qualificação e, de forma mais geral, nas políticas e práticas relativas aos recursos humanos.

As rápidas mudanças que se verificam nas preferências e perfis dos turistas, na estrutura e na organização das empresas turísticas e na aplicação das tecnologias da informação têm um impacto significativo na natureza, quantidade e qualidade do emprego no turismo nacional, e em geral no turismo mundial.

A transferência de algumas operações dos sectores de base tradicionais para indústrias e fornecedores de serviços auxiliares pode significar que os dirigentes do sector estão a realizar investimentos e a explorar aliança estratégicas essenciais para a renovação dos produtos turísticos nacionais Essa transferência demonstra também que as empresas de turismo inovadoras estão a adoptar cada vez mais instrumentos de gestão estratégica modernos, como a internacionalização e as alianças no capítulo das compras/produção/comercialização.

A diversidade de requisitos técnicos para aqueles que querem e podem trabalhar no turismo tem importantes implicações para a natureza, âmbito e organização das qualificações para o turismo que são oferecidas. Na perspectiva da procura, o principal impacto sobre as práticas de emprego é o nível de sazonalidade e outras formas de variação da procura, que, com poucas excepções, se aplicam a todo o sector.

É neste quadro sectorial que a valorização do Profissional de Turismo e a defesa dos seus interesses profissionais, se torna fundamental, alicerçada na promoção e dignificação das carreiras profissionais do Turismo.

Esta na hora da criação da Ordem dos Profissionais de Turismo de Portugal. Num país vazio de objectivos estratégicos a APTP Associação dos Profissionais de Turismo propõem-se avançar com um conjunto de medidas e acções para os próximos 4 anos, que contribuirão para colocar o CAPITAL HUMANO DO TUTISMO no centro do desenvolvimento da actividade turística Regional e Nacional.

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