Os eventos como ponte para produção tecnológica

Ensino

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Jorge Ribeiro

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Tal como dizia Albert Einstein “O conhecimento é a melhor arma para enfrentar o futuro”… e a Engenharia Informática está cá para auxiliar e complementar o conhecimento.
Nos dias de hoje, os sistemas e tecnologias de informação desempenham um papel fulcral nas organizações, nas pessoas e consequentemente na sociedade.

Os jovens interagem cada vez mais cedo e mais rápido com os equipamentos eletrónicos, com as aplicações informáticas (ou software), no uso diário dos seus smartphones, tablets e computadores pessoais, por exemplo, para acederem aos e-mails, trocar mensagens ou mesmo executar transações comerciais. Ao longo dos seus anos de vida, estes jovens seguirão a sua carreira académica, pessoal e profissional sempre juntos a estes sistemas e tecnologias, sejam eles profissionais nas áreas do Turismo, Saúde, Indústria, Comércio, Engenharia, etc.

Na realidade, tem-se constatado nas últimas décadas uma proliferação massiva de dispositivos móveis e aplicações informáticas gratuitas (e outras não), para permitirem realizar um vasto conjunto de tarefas nas atividades diárias das pessoas. Cada jovem tem um ou mais smartphones, cada um com dezenas ou centenas de aplicações informáticas. Saberão eles rentabilizar o uso dessas aplicações informáticas? Saberão eles se as aplicações informáticas são seguras?

Para os jovens com maiores aptidões para o uso destes sistemas e tecnologias, nomeadamente na programação de aplicações informáticas, a rápida evolução das tecnologias obriga a uma constante atualização dos seus conhecimentos. Estarão eles a par de todas as tecnologias? Saberão eles perceber e desenvolver aplicações informáticas e interligar equipamentos eletrónicos com outras áreas do conhecimento, como o Turismo, Agricultura, Ambiente, Saúde, etc.?

Consideramos que a complementaridade e partilha do conhecimento com especialistas académicos e empresariais de várias áreas do conhecimento permite ajudar a responder a estas questões. Neste contexto, a realização de dias abertos à comunidade, tanto científica como empresarial, assume um papel crucial na construção da ponte entre o “eu utilizador” e o “eu empreendedor”. />
Esta prática comum (comum também no Instituto Politécnico de Viana do Castelo, através do Curso de Engenharia Informática da Escola Superior de Tecnologia e Gestão) está em crescendo e tem cada vez mais importância no crescimento dos alunos e jovens, tanto na sua carreira académica como profissional.

Tratam-se, no caso daqueles que dirigi, de dias abertos à comunidade de estudantes e empresas sobre temáticas emergentes na área da Engenharia Informática, em que se apresentam as melhores práticas e se discutem tendências, procurando abranger uma variedade de temas e áreas específicas.

Este ano, a título de exemplo, e tal como temos feito ao longo dos anos, a “CiberSegurança”, “Descoberta de Conhecimento e Inteligência Artificial”,” Computação Móvel - Multiplataforma” e “Sistemas de Informação Geográficos”, são as áreas que mais discussão têm gerado e que serão debatidas nos dias 13 e 27 de maio e 4 de junho.

É de salientar que o curso de Licenciatura Engenharia Informática é lecionado numa vertente maioritariamente prática, permitindo aos alunos saber fazer e aplicar os seus conhecimentos no desenvolvimento de software, no sentido de melhorar a sociedade e complementar e potenciar várias áreas de atividade.

O elevado nível de exigência e metodologia aplicado em várias unidades curriculares do curso permitem capacitar os alunos com um nível de qualidade que lhes permite assegurar um futuro promissor na área do desenvolvimento do software, sendo de destacar a elevada taxa de empregabilidade do curso (superior a 97%) e a fixação de emprego na região onde o IPVC se insere.

No passado, destes eventos, já saíram projetos de sucesso, tanto a nível individual como colectivo, fruto do conhecimento gerado que conseguiu rentabilizar o uso das aplicações informáticas, saber se as aplicações informáticas são seguras, atualizar-se com novas tecnologias, perceber e saber desenvolver aplicações informáticas e interligar com outras áreas, como o Turismo, Agricultura, Ambiente, Saúde, etc.
A aposta deve continuar e, quem sabe, para o ano já há mais jovens a olhar para o telemóvel com olhos de programador.

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