Lutas amadoras como exemplo para a vida

Desporto

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Carlos Costinha Sousa

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Nascida no ano de 2001, a secção de Lutas Amadoras da Casa do Povo de Martim surge devido à vontade de duas martinenses que levaram a modalidade à sua freguesia de origem: Martim. Leonor Pinheiro e Emília Santos praticavam e modalidade em Braga e decidiram que era altura de dar a possibilidade aos martinenses de poderem experiementar as lutas amadoras.

Com muita vontade e o apoio da Casa do Povo de Martim, as duas responsáveis arrancaram com o projecto que, nos dias de hoje, tem já mais de 20 jovens praticantes e tem conseguido conquistar vários troféus e lugares de destaque, quer a nível nacional, quer a nível internacional.

A associação tem crescido, contando sempre com o apoio da Associação de Lutas Amadoras de Braga, da Federação Portuguesa de Lutas Amadoras, da Casa do Povo de Martim, da Junta de Freguesia de Martim e da Câmara Municipal de Barcelos, entidades sem as quais não teria sido possível à secção de lutas amadoras da CP Martim avançar para a realização, em Novembro passado, em Barcelos, do campeonato nacional da modalidade, o maior evento alguma vez organizado por esta secção e que, pelo sucesso que granjeou, passou a ser “uma aposta definitiva desta direcção que quer continuar a organizar o evento, se houver os apoios necessários”, como referiram Carlos Rodrigues e Artur Oliveira, directores da secção.
Vontade de trabalhar não falta à secção que, além disso, também tem mostrado resultados.

“Resultados mostram a qualidade do trabalho”

Neste momento, a secção de lutas amadoras da CP Martim tem pouco mais de 20 atletas desde os cinco anos inscritos, mas apenas oito ou nove em competição. Esta equipa tem vindo a participar em praticamente todos as provas que são organizadas a nível nacional e também em algumas de âmbito internacional. Os resultados têm sido positivos e isso anima os jovens atletas, mas também os seus pais, como referiu Artur Oliveira.

“Os resultados mostram que temos feito o nosso bom trabalho. Mas acima de tudo ficamos satisfeitos porque os pais também gostam muito da forma como trabalhamos com os miúdos, não só a nível competitivo, mas também as diferenças que já notam a nível social”, referiu o director, com Leandro Ferreira logo a apresentar os motivos de tal satisfação dos pais: “sem dúvida alguma que esta prática desportiva ajuda muito na concentração e no autocontrolo pessoal. Além do mais ajuda muito no relacionamento e a fortalecer o espírito de grupo”.

Os directores Carlos Rodrigues e Artur Oliveira lembram que os principais objectivos, para além das vertentes competitivas, passam por, acima de tudo, “ensinar valores e comportamentos aos miúdos, para além de que sempre que vamos a lado, tentamos levá-los a conhecer o local”.
A secção de lutas amadoras da Casa do Povo de Martim continua a crescer e a ser um representante exemplar da modalidade.

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