Timor-Leste apresentado como trampolim para Ásia

Braga

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Isabel Vilhena

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Impressionado com a capacidade e dimensão do grupo DST, o ministro do Comércio Indústria e Ambiente de Timor - Leste, Constâncio da Conceição Pinto, visitou ontem a sede do grupo, no âmbito de uma visita institucional de dois dias à cidade, promovida pela InvestBraga.
“O objectivo da minha visita à DST é analisar a possibilidade da empresa poder investir em Timor-Leste. Hoje temos em Timor empresas chinesas, indonésias, australianas, mas a presença portuguesa é ainda muito pequena”, afirmou o ministro do Governo de Timor-Leste que ontem foi recebido pelo vice-presidente da DST, Joaquim Teixeira, e Eurico Soares, administrador da holding de Engenharia e Construção.

O ministro afirmou que “gostaria de ver as empresas portuguesas a aproveitar Timor-Leste como uma plataforma para entrada na Ásia que é uma região com uma economia muita dinâmica e Timor pode servir de trampolim para mercados importantes como a China, Indonésia e Austrália”.
Após uma curta apresentação de grupo de empresas DST que opera em diferentes mercados, designadamente nas áreas de Engenharia & Construção, Ambiente, Energias Renováveis, Telecomunicações, Real Estate e Ventures, Constâncio da Conceição Pinto confessou aos jornalistas que “gostaria que a DST explorasse a possibilidade de investir em Timor-Leste”.

O ministro timorense reconheceu que o país precisa de quase tudo, com particular incidência na capacitação dos recursos humanos em várias áreas, desde a construção, o ambiente, comércio e telecomunicações.
Com uma população de 1,2 milhões, com poder de compra bastante reduzido, o titular das pastas do Comércio, Indústria e Ambiente de Timor-Leste deixou o apelo aos empresários portugueses “para além dos laços históricos, reforcem os laços empresariais”.

Do lado do grupo DST, Eurico Soares manifestou disponibilidade para avaliar a possibilidade de investir em Timor-Leste. “O Grupo DST tem muita capacidade e conhecimento que permite abordar países estratégicos e Timor é um desses países pela localização e economia. Existe ainda muito por fazer no sentido de levar os serviços para Timor-Leste, desenvolvendo estas parcerias benéficas para as duas partes e com potencial para crescer”.

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