Zé Amaro: a estrela do country português

Cávado

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Marlene Cerqueira

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Cativa pela simplicidade e pela paixão com que fala da sua música e de como é feliz a fazer aquilo que mais gosta: cantar e compor. O sucesso que conquistou ao longo de dez anos de carreira, e que deixa antever voos mais altos, foi conseguido a pulso, com muito trabalho. Zé Amaro já não é só um artista do Minho, é um artista nacional que paulatinamente tem conseguido cativar os portugueses com os ritmos inconfundíveis dos seus temas. O chapéu de cowboy é a sua imagem de marca e arrasta uma legião de fãs que o acompanha por todo o lado.
Foi em 1998 que o vimaranense deu os primeiros passos no meio artístico com participações no ‘Chuva de Estrelas’ e no ‘Cantigas da Rua’. Em 2000 junta-se ao grupo ‘Trio os Boémios’ onde permanece por oito anos, saindo apenas por incompatibilidades de agenda, como esclarece.
O início oficial da sua carreira a solo dá-se em Abril de 2007, quando lança o primeiro álbum intitulado ‘O Coração da Gente Chora’. A partir daqui nunca mais parou.
Nesta fase já tem definido o seu estilo musical e a sua imagem de marca. A sonoridade country, com influências sertanejas dos seus temas, conjuga-se com um visual ontem o chapéu de cowboy tem destaque, tal como o violão.
Ao todo, conta já com 11 trabalhos editados: ‘O Coração da Gente Chora’ (2007), ‘Nortenho de Coração’ (2008), ‘Amor de Primavera’ (2009), ‘Depois de ti’ (2010), ‘O Amor de Verão’ (2011), ‘Cowboy, cantor e violeiro’ (2012), ‘Obrigado fãs’ (2013), ‘Zé Amaro, Ao vivo no seu melhor’ (2014), ‘Cowboy apaixonado ‘ (20159, ‘O meu Caminho’ (2016) e ‘Zé Amaro ao vivo - 10 anos’ (2017).
A vasta legião de fãs do cantor é outra das suas imagens de marca. Há grupos que o seguem para todo o lado, afecto que o artista agradece.
“Neste ponto da minha carreira sinto-me uma pessoa realizada”, confessa em entrevista ao Correio do Minho, revelando também que, apesar disso, ambiciona mais.
A sua carreira está neste momento a consolidar-se no panorama nacional. O seu sucesso começou no Norte, mas está já espalhado pelo país.
O sucesso repete-se junto das comunidades portuguesas no estrangeiro, onde esgota sempre todos os espectáculos.
E no que a espectáculos diz respeito, o cantor faz cerca de 100 por ano em Portugal, sobretudo nos meses quentes. No Inverno, a agenda é preenchida essencialmente pelas actuações no estrangeiro, e serão à volta de meia centena as que faz pelos quatro cantos do mundo, para emigrantes e não só. “Cerca de 15 a 20% do público no estrangeiro são pessoas locais. Nos EUA, por exemplo, sinto que os americanos se identificam muito com a minha música e gosto, talvez seja devido às minhas influências country”, conta.
Subjacente a cada espectáculo está muito trabalho de preparação, que envolve já uma equipa de 25 profissionais e uma aposta em material de qualidade para que o público tenha sempre o melhor espectáculo.

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