Pedro Martins: “Não há nenhum jogador que em 72 horas recupere na plenitude”

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O treinador do Vitória SC, Pedro Martins, considera que a equipa, por ter descansado menos, parte em desvantagem para o jogo com o Benfica, da 11.ª jornada da I Liga. Após terem derrotado o Marselha na Liga Europa, na quinta-feira, os minhotos voltam ao relvado este domingo para defrontarem as águias, que descansaram mais 48 horas depois do jogo de terça-feira, com o Manchester United, e o treinador reconheceu que, apesar de a equipa estar “mentalmente bem”, o Benfica tem a vantagem física do seu lado.

“Se eu estivesse nas condições do Benfica, diria o mesmo, que estaria em vantagem. No entanto, fruto do que temos vindo a fazer e, jogando no D. Afonso Henriques, com o nosso público a apoiar-nos e a ser determinante nos momentos mais difíceis, a equipa vai dar uma boa resposta”, disse Pedro Martins na conferência de antevisão à partida.
Apesar de reconhecer que, em virtude dos jogos das selecções, era impossível outra data, o treinador sublinhou ainda que “não há nenhum jogador de futebol que em 72 horas consiga recuperar na sua plenitude”, pelo que vai “avaliar melhor a condição de alguns atletas”, apesar de já ter um onze “muito bem definido” na cabeça.

Sem revelar a equipa que espera apresentar, Pedro Martins pediu que o grupo se exiba ao nível da segunda parte, a “roçar a perfeição” táctica, ante o conjunto francês, a seu ver de valia próxima da do Benfica.

O técnico realçou ainda que, depois dos triunfos sobre o Marselha e o Aves [3-1], para I Liga, a “disponibilidade para o treino, quer física, quer mental” tem sido total.
“A equipa está bem, confiante, a aliar os bons resultados destes dois últimos jogos ao rendimento que já vinha dos jogos anteriores', salientou, referindo que nota ainda uma !alegria no balneário completamente diferente”.

O Vitória de Guimarães vai encontrar uma equipa que, para Pedro Martins, além de estar mais fresca, é também forte e capaz e mantém a mesma estrutura do ano passado, com “rotinas iguais”, apesar de ter perdido três jogadores importantes.
Os vimaranenses têm ainda um histórico recente desfavorável com as águias - desde o triunfo na final da Taça de Portugal, em maio de 2013 (2-1), averbaram um empate e dez derrotas, a última já nesta época, para a Supertaça (3-1) -, com Pedro Martins a dizer que as probabilidades de triunfar “aumentam a cada ano que não se consiga vencer”.

O técnico vitoriano salientou ainda que o rendimento defensivo nos dois últimos jogos - um golo sofrido - se deve ao crescimento da equipa e à consolidação de novas rotinas após as lesões do guarda-redes Douglas e do central Pedro Henrique.

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