PCP de Braga aprova Orçamento de Estado 2018 mas considera-o aquém das necessidades

Braga

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Isabel Vilhena

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O Orçamento de Estado 2018 merece o voto favorável do PCP de Braga, mas segundo a deputada comunista, Carla Cruz, “poderia ir mais longe e só não acontece porque o Partido Socialista está arramado às metas para o défice orçamental e aos constrangimentos impostos pela União Europeia”.

Na apreciação do Orçamento de Estado (OE) 2018, apresentada ontem aos jornalistas, na sede de Braga do PCP, Carla Cruz refere que, no plano distrital, “começa desde logo por ser afectada pela opacidade da sua apresentação”. Para a deputada “desde o fim do PIDACC que se torna muito complexo o escrutínio do OE, nomeadamente perceber quais os investimentos que vão desde as infraestruturas ferro ou rodoviárias, no edificado e nos serviços públicos (educação, saúde, segurança social, cultura) que serão realizados no distrito.

Na avaliação das transferências inscritas na proposta de OE, Carla Cruz dá nota positiva ao aumento das transferências para as instituições de ensino superior, designadamente a Universidade do Minho (mais 449.159 euros) e para o Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA) onde se verifica um aumento na ordem dos 10 por cento.

“Estes aumentos correspondem ao objectivo de valorizar o ensino superior público de qualidade, pelo qual o PCP se bate desde sempre. Porém, apesar de positivo, pensamos que fica aquém do que seriam os montantes necessários para assegurar o cabal financiamento das instituições”. No sector da saúde, o PCP regista com agrado “o caminho iniciado em 2017, ou seja, de aumento de transferências para os hospitais de Barcelos, Famalicão e Guimarães. Críticas em relação à PPP do hospital de Braga, com Carla Cruz a dizer que “o Orçamento apenas indica que no conjunto das PPP da saúde serão gastos 471 milhões de euros. A opção de esconder o que é efectivamente gasto em cada hospital, impede o seu escrutínio, o que não é aceitável”.

No âmbito do processo de discussão na especialidade que começou ontem e termina a 17, Carla Cruz garantiu que o PCP irá questões da região, nomeadamente o financiamento da palaforma das artes em Guimarães; Mosteiro de Rendufe; a concretização do quartel de Braga e obras nos quartéis da GNR das tipas Lordelo; o PNPG e intervenção no Rio Cávado e a recuperação dos passivos ambientais provocados pela exploração do caulino.

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