Braga marca estratégia do Partido Popular Europeu para as eleições europeias de 2019

Braga

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José Paulo Silva

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“A cidade de Braga vai ficar associada à estratégia e à campanha do Partido Popular Europeu (PPE) para as eleições europeias de 2019”, afirmou ontem o eurodeputado Paulo Rangel em jeito de balanço do encontro da presidência e delegações nacionais que encerra hoje.
O vice-presidente do grupo PPE no Parlamento Europeu apontou três matérias que vão ser decisivas nas próximas eleições europeias: a emigração, a segurança e a defesa e o aprofundamento da zona euro.

“No domínio da segurança e defesa vão registar-se avanços muito fortes no próximo ano, por causa do aumento das ameaças regionais e globais”, considerou Paulo Rangel.
A criação de uma linha especial no orçamento da União Europeia para reforço da capacidade de investimento nos países da zona euro foi uma das matérias discutidas no encontro da maior força política do Parlamento Europeu, onde se integram os eurodeputados do PSD e do CDS/PP.
Paulo Rangel adiantou que o encontro que encerra esta manhã lançou as bases daquilo que será um programa comum do PPE, reconhecendo que “nas eleições europeias se jogam também muito as questões nacionais”.

O eurodeputado do PSD assume que “a resposta europeia vai ser dada claramente no plano das migrações e da segurança”. Já quanto ao reforço da zona euro, os avanços não serão tantos como os que seriam necessários”.

Eurodeputados avaliam méritos do Governo de Passos Coelho

O líder do grupo do Partido Popular Europeu (PPE), Manfred Weber, defende que a União Europeia tem de encontrar soluções para estabilizar a imigração ilegal proveniente do continente africano, considerando este um dos grandes desafios que a Europa enfrenta, a par do crescimento económico.

O líder do grupo do PPE no Parlamento Europeu, que ontem abordou no encontro de Braga os desafios políticos após as eleições europeias de 2019, comentou também a conjuntura política e económica em Portugal, considerando que a situação orçamental em Portugal está a piorar.
Para Manfred Weber, os resultados positivos, ao nível do crescimento e do emprego em Portugal são mérito do anterior governo de Passos Coelho.

Ontem, a Comissão Europeia melhorou as projecções do défice de Portugal para 1,4% este ano, justificado com um “investimento público abaixo do orçamentado”. Nas projecções, Bruxelas revê em baixa as previsões para o défice orçamental tanto para 2017 como para 2018, antecipando que este indicador fique nos 1,4% em cada ano, o que compara com a anterior projecção de défices de 1,8% e de 1,9%, respectivamente.

Nuno Melo, eurodeputado do CDS/PP, declarou ao Correio do Minho, à margem do encontro do PPE, que o Governo do PS “beneficia da alteração da conjuntura europeia e das reformas que o anterior Governo fez”, ou seja, “os socialistas hoje estão a recolher os frutos de tudo o que PSD e CDS/PP semearam”.
Ainda segundo o eurodeputado, “os resultados económicos são melhores, não graças ao esforço do PS mas ao que foi feito anteriormente e à melhoria da conjuntura europeia”.

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