Ideias e projectos inovadores no radar do município de Famalicão

Vale do Ave

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Isabel Vilhena

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O critério é simples e objectivo: deve ser diferenciador e ter impacto em termos de desenvolvimento comunitário, económico e social.
Assim se apresenta o novo Roteiro da Inovação que Paulo Cunha iniciou ontem, sinalizando o projecto de envelhecimento activo da Fundação Castro Alves.
Este novo ciclo de visitas do autarca de Vila Nova de Famalicão ao terreno para promover e valorizar as boas práticas famalicenses sucede ao Roteiro Famalicão Made IN que marcou a agenda do autarca no mandato anterior. Agora, o foco de atenção de Paulo Cunha deixa de estar, exclusivamente, centrado na dimensão empresarial e alarga-se às iniciativas e projectos de qualquer área e tipo de instituição.
“Queremos sinalizar as boas iniciativas desenvolvidas no nosso concelho, de forma a valorizar e a promover positivamente o nosso território, mas também e essencialmente, para despertar em permanência os nossos cidadãos para o facto de o futuro estar nas mãos de todos”, explica o edil.
Assim, este novo Roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão ficará marcado pela diversidade de áreas a explorar e irá percorrer o concelho, visitando empresas, escolas, instituições sociais, desportivas e culturais, juntas de freguesias até projectos que justifiquem a visita do autarca famalicense.
Paulo Cunha apresenta duas grandes razões que justificam a realização deste Roteiro pela Inovação, tirando partido daquilo que sempre afirmou como sendo o grande trunfo do município: “os famalicenses e a sua propensão natural para o empreendedorismo”.
“Existem duas grandes razões para a existência deste Roteiro da Inovação. A primeira serve para demonstrar que a inovação não é um exclusivo das empresas. Há uma ideia que, na minha opinião, é errada e que este roteiro se encarregará de demonstrar de que a inovação não está, exclusivamente, ligada à dimensão empresarial. Famalicão é um bom exemplo dessa dimensão empresarial, de muitos projectos empresariais que são inovadores e, isso, é positivo para o concelho, mas a inovação verifica-se em muitas outras áreas, nomeadamente projectos como este do envelhecimento activo da Fundação Castro Alves”.
O autarca de Vila Nova de Famalicão aponta como segunda razão a necessidade de dissociar a inovação dos grupos etários. “Este novo roteiro serve também para desmistificar uma outra ideia muito enraizada na sociedade, de que a inovação é uma dimensão muito focada nos jovens ou nas áreas ligadas à juventude”, esclareceu, apontando o exemplo do “projecto de envelhecimento activo da Fundação Castro Alves, onde é inequívoco que existe inovação”.

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