Viana do Castelo: Presidente da Câmara assinou protocolo para estudar Garrano num encontro da UNESCO, em Paris

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O Presidente da Câmara Municipal participou numa conferência da Unesco, em Paris, sobre como agir pela biodiversidade, marcando presença na sessão de abertura, juntamente com a Secretária de Estado das Ciências e da Tecnologia. Na sua intervenção, o edil falou sobre o garrano, que vive nos sistemas montanhosos do Alto Minho e na Galiza e que percorre sobretudo a Serra d’Arga e Santa Luzia.

De acordo com José Maria Costa, a projeção da importância do garrano nas suas múltiplas dimensões necessita de estudos científicos profundos e contínuos, de um debate alargado, da criação de redes de cooperação interinstitucionais e da aposta em ações de divulgação, sensibilização e demonstração que promovam as qualidades e apetências da raça. “É este o caminho em que o Município de Viana do Castelo está empenhado, enquanto parceiro do projeto que associa a Universidade da Sorbonne, a Universidade de Kyoto, A Universidade de Coimbra e a Universidade de Oxford”.

Isto porque na ocasião, foi assinado um protocolo científico internacional assinado entre as universidades de Coimbra, Quioto, Oxford e Sorbonne-Nouvelle. O protocolo junta as quatro instituições em torno da “lusofonia e biodiversidade” nomeadamente, a partir do estudo dos equídeos e dos primatas nos países de língua portuguesa na Serra d’Arga, em Portugal.
Durante a apresentação do projeto, o presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, defendeu que quer fazer da sua cidade “um território de ciência”, sendo que o centro de observação vai ficar na freguesia de Montaria e o projeto vai permitir desenvolver “uma fileira de turismo científico” e promover a ciência junto das comunidades escolares locais.

Este projeto de investigação e conhecimento do garrano em pleno Alto Minho e em especial na Serra d’Arga no concelho de Viana do Castelo permitiu a aproximação dos investigadores com a comunidade escolar da Arga e Lima, com a comunidade local da Montaria e com uma Associação de Amigos do Garrano e a comunidade local percebeu os valores naturais que tem no seu território, descobriu a importância de os preservar e valorizar, mas também o dever que tem de partilhar com a comunidade científica e com o mundo.

*** Nota da C.M. de Viana do Castelo ***

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