O ex-dirigente da ETA José Luís Urrusolo Sistiaga foi hoje condenado a 119 anos de prisão pelo atentado à bomba contra um alto funcionário do Ministério da Justiça espanhol, em 1991, no qual morreram três polícias.
A sentença, decretada hoje por um juiz da Audiência Nacional de Espanha, alta instância judicial, também estipula o pagamento de indemnizações de 250 mil euros às viúvas dos três polícias, que morreram quando tentavam desativar o engenho explosivo.
A uma das mulheres, José Luís Urrusolo Sistiaga terá ainda de pagar ma
is 70 mil euros por danos diretos, sendo que cada um dos oito filhos das três vítimas receberá 125 mil euros.
A sala considerou provado que o ex-dirigente da organização separatista basca, 'em data não determinada, mas imediatamente anterior a 25 de junho de 1991', anotou o endereço do Ministério da Justiça espanhol, em Madrid, para que a ETA, 'à qual pertencia', enviasse um pacote armadilhado a um dos funcionários do departamento, que saiu ileso do ataque.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
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