O Instituto Confúcio da Universidade do Minho (UM) inicia este mês cursos de chinês em oito escolas do norte do país. O projecto, intitulado ‘Chinês nas Escolas’, tem como objectivo expandir o ensino do mandarim em instituições pré-universitárias e promover, a longo prazo, a sua implementação como terceira língua curricular, após o inglês e o espanhol.
São cerca de 300 as crianças e adolescentes que vão ter a oportunidade de aprender aquele idioma.
O Instituto Confúcio disponibiliza, de acordo com as solicitações das escolas interessadas, os docentes e os equipamentos para assegurar a aprendizagem dos novos falantes de língua chinesa.
Criado em 2006, o projecto tem vindo a ter grande receptividade junto das instituições. Nessa altura, o instituto começou a fornecer oficialmente a leccionação de cursos de chinês
(Mandarim) em três escolas na região do Norte.
A Universidade do Minho foi a primeira instituição do país a acolher um Instituto Confúcio nas suas instalações. Esta unida- de diferenciada da academia minhota visa promover a divulgação e o desenvolvimento da língua e cultura chinesas em Portugal.
O Instituto é dirigido pela professora Sun Lam, fundadora em 1991 do curso livre de mandarim, que veio a ser um ponto de partida para a criação da licenciatura em Línguas e Culturas Orientais na UM.
O projecto conta com a colaboração dos alunos do recentemente criado Mestrado em Estudos Interculturais Português/Chinês: Tradução, Formação e Comunicação Empresarial, do Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho. Conta ainda com a produção própria de material didáctico quer em papel, quer em formato electrónico.
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