‘República em Fafe’ é “importante contributo”

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“Esta obra é um importante contributo não apenas para a história do concelho de Fafe, mas para a história do final do século XIX e inícios do século XX, para a história da Primeira República e do Republicanismo em Portugal”.

Foi com estas palavras que Maria Alice Samara, investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, caracterizou a obra ‘A Primeira República em Fafe - Elementos para a sua História’, escrita pelos historiadores Artur Ferreira Coimbra, Daniel Bastos e Artur Magalhães Leite.
O livro, editado pelo Núcleo de Artes e Letras de Fafe (NALF), foi apresentado na última sexta-feira, no Teatro-Cinema, perante uma plateia entusiasta que encheu por completo o salão nobre.

Obra é “fundamental”

A docente universitária, que é também responsável pelo prefácio da obra, sublinhou, na ocasião, que “esta obra contribui em muito para a ilustração de todos os que se interessam ou trabalham sobre este período da História de Portugal”, considerando-a mesmo como “fundamental para a compreensão da contemporaneidade”.

Durante a apresentação do livro histórico, Artur Coimbra, respectivamente o presidente do NALF e também autor de vários capítulos, recordou a forma como este surgiu naturalmente, após um curso livre de história local, sob o tema ‘O concelho de Fafe durante a Primeira República (1910-1926)’, dinamizado para celebrar o centenário da República.

‘As raízes republicanas no concelho de Fafe, Fafe em 1910 - Breve retrato’, ‘A Proclamação da República em Fafe’, ‘A contra-revolução monárquica em Fafe 1911-1919 (das incursões couceiristas à Monarquia do Norte)’, ‘O concelho, Ensino e escolas na I República’ são alguns dos capítulos da obra.

“Não pretendendo esgotar a história daqueles tempos, já que muito fica ainda por dizer, ficam as linhas gerais do impacto que teve aquele fracturante período histórico do Portugal Contemporâneo neste município, numa investigação que teve como socorro privilegiado o fundo do Arquivo Municipal e a imprensa periódica local”, apontou Coimbra.

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