Primeira cerveja vilaverdense apresentada pelo município

Cávado

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Marta Amaral Caldeira

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A primeira cerveja ‘Letra’ produzida artesanalmente em Vila Verde foi dada a degustar ontem. O presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, e a vereadora da Cultura, Júlia Fernandes e Mota Alves, da ATHACA, fizeram questão de marcar presença no momento, em que foram também apresentadas as instalações onde funciona a nova unidade fabril vilaverdense, nos antigos armazéns municipais, agora renovados. Os responsáveis do projecto, Filipe Macieira e Francisco Ferreira, preparam-se para lançar a cerveja ‘Letra’ oficialmente no próximo mês de Outubro.

O projecto foi apresentado pela primeira vez na Festa das Colheitas de Vila Verde e desde há três anos que todos têm juntado esforços para que o sonho dos dois jovens colegas da Universidade do Minho, neste momento a fazer o seu doutoramento, se tornasse realidade.

Para a instalação da unidade fabril foi necessário um investimento de 350 mil euros, 85 por cento dos quais serviram para aquisição dos equipamentos. Entretanto a ATHACA deu uma ajuda para candidatar o projecto ao PRODER, e os jovens foram apoiados em 200 mil euros - verba que vão começar agora a executar. Nas instalações da fábrica, os dois sócios preparam-se também para abrir um bar - que vai servir para os visitantes e clientes degustarem as cervejas ali produzidas artesanalmente. Uma cerveja ‘Letra’ de 0,33 centilitros vai custar entre 3 a 3,5 euros e uma de 0,75 custará entre 5 a 6,5 euros.

“Esta é a maior unidade de produção de cerveja artesanal do país e prima pela qualidade da cerveja”, garante Filipe Macieira, um dos jovens sócios da ‘Fermemtum’ - a empresa detentora da marca, referindo que nesta fase a expectativa é produzir três mil litros por mês.
Na ocasião, denominada como ‘momento zero’, o edil de Vila Verde, recordou que foi o município que andou atrás dos jovens, oferecendo-lhes as melhores condições possíveis a fim de que a instalação da fábrica ficasse em Vila Verde, por exemplo com a isenção de impostos.

“Este projecto é uma mais-valia para o concelho e que vem de encontro às nossas políticas de valorização das nossas potencialidades, do território e das capacidades dos nossos jovens”.
Vilela destacou que o município pretende que aquela zona se torne um novo espaço central da vila e por isso prevê a instalação de espaços de lazer e unidades, como uma fábrica de chocolates artesanal.

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