Pastel de S. Miguel é mais um ex-líbris da Pastelaria Nobreza

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A montra é irresistível e para quem não consegue dizer ‘não’ a um docinho certamente apetece-lhe provar todas as delícias da Pastelaria Nobreza, que ontem abriu as portas à iniciativa ‘Tardes Gulosas’, promovida pela Associação Comercial de Braga (ACB), em parceria com a rádio Antena Minho e o jornal Correio do Minho. A par da mais recente novidade, o pastel de S. Miguel, a Nobreza apresenta uma variedade de doces, onde a qualidade e a inovação são sempre prioridades.

A Pastelaria Ritinha, Indústria de Panificação de Irmãos Ribeiro Lda, com sede em Amares, adquiriu a Pastelaria Nobreza já lá vai um ano e meio. A marca ‘Nobreza’ manteve-se tal como a qualidade e a inovação dos produtos que sempre presenteou os clientes desde 1996. Raquel Faria, supervisora da Pastelaria Nobreza, falou, ontem, em directo para a rádio Antena Minho, da ‘casa-mãe’ na Rua Bernardo Sequeira, em S. Lázaro, Braga.

“Temos fabrico próprio de qualidade e sempre com muita inovação e bom gosto”, começou por sublinhar Raquel Faria, destacando desde logo a mais nova invenção: o pastel de S. Miguel. “Este doce foi criado em Setembro, por altura das festas de S. Miguel, até porque também é feito com os produtos que se colhem nessa altura, nomeadamente, a chila e a amêndoa”, revelou a supervisora, assegurando que “é um doce conventual delicioso”.

E a ter em conta a procura, o pastel já conquistou os muitos clientes da Nobreza, que ontem durante a tarde tiveram oportunidade de beneficiar da campanha ‘leve dois e pague um’. “Esta foi uma ideia fantástica. Começámos ao meio-dia e em duas horas vendemos 360 unidades do pastel de S. Miguel”, frisou.

Mas não é só o pastel de S. Miguel que deixa os muitos clientes de ‘água na boca’. A Nobreza prima por apresentar todos os dias uma montra de fazer ‘crescer água na boca’. “Temos outras especiarias como o doce húngaro ou o folhado da casa, que é feito com mel e amêndoa e coberto com folhas de massa folhada. É mesmo delicioso”, garantiu aquela responsável.
Mas há mais. O pão-de-ló da avó Rita também é um dos ex-líbris, “é um pão-de-ló tradicional, mas húmido”, revelou Raquel Faria, destacando ainda o cheesecake da casa que é um dos produtos de eleição dos clientes da Nobreza.

A formação contínua dos pasteleiros é fundamental para a Nobreza. “Só assim é que é possível estar sempre a inovar”, admitiu a supervisora, referindo que a casa conta com clientes desde o dia que abriu as portas.
A Pastelaria Nobreza aceita encomendas para casamentos, baptizados, comunhões e aniversários. Mas da casa já saíram bolos para festas de divórcio. “Fizemos um coração partido e ficou muito giro. É uma ideia de negócio a explorar”, apelou.

Também presente nesta primeira acção de mais uma iniciativa ‘Tardes Gulosas’ esteve o presidente da ACB. Domingos Macedo Barbosa assegurou, também em directo para a rádio Antena Minho, que “esta iniciativa está a fazer o seu caminho à procura da consolidação, mostrando o que de melhor se faz na cidade e com fabrico próprio”.
Este projecto é, para Domingos Macedo Barbosa, “uma oportunidade flagrante para se conhecer, porque quando não se conhece não se valoriza”.

Neste sector “de valor acrescentado”, a iniciativa ‘Tardes Gulosas’ “chegou em boa hora com o apoio da rádio Antena Minho e do jornal Correio do Minho”, referiu ainda o presidente da associação, admitindo que a ACB é “um elemento aglutinador de vontades criando dinâmicas diferentes”.

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