Agrupamento André Soares: ‘Todos juntos podemos ler’ promove inclusão de alunos

Ensino

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Patrícia Sousa

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Cerca de 100 alunos do Agrupamento de Escolas André Soares participam, durante este ano lectivo, no projecto ‘Todos juntos podemos ler’. Pelo segundo ano consecutivo, o agrupamento abraçou a causa e espera “promover a leitura e a literacia junto dos alunos com necessidades educativas especiais”, avançou a directora do agrupamento, Maria Graça Moura, acreditando que seja “um espaço de partilha de experiências, de saberes e de materiais pedagógicos, criando bibliotecas escolares inclusivas que proporcionem reais oportunidades de leitura para todos os alunos”.
Trata-se de um “projecto inovador” no âmbito da leitura inclusiva, que “surgiu de uma necessidade já há muito sentida pelo agrupamento”, justificou a directora. Consciente que “o contacto com os livros e as diferentes formas de interagir com o livro possam potenciar um maior estímulo para aprendizagens e desenvolvimento global do indivíduo”, o agrupamento candidatou-se mais uma vez ao projecto, envolvendo cerca de 100 alunos inseridos nas escolas do agrupamento. “Acreditamos que 2014 trará mais e melhores leituras também a estes nossos alunos. E é através do projecto que damos mais um passo para mudarmos a forma de encarar a diferença”, salientou.

Este projecto surge no âmbito da Rede de Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura, que em parceira com a Fundação PT escolheu “uma escola de referência em termos de inclusão social e boas práticas de inclusão de alunos na leitura”, explicou, entretanto, Regina Campos, coordenadora da biblioteca do agrupamento e também coordenadora inter-concelhia das bibliotecas escolares. O agrupamento foi “escolhido” porque já desenvolvia o projecto ‘Para ser diferente vamos à biblioteca’, que se realizava às sextas-feiras juntos dos alunos com deficiência moderada e profunda. Com o financiamento do projecto foi possível alargar a ideia a outras escolas do agrupamento. “No primeiro ano, a fundação financiou o projecto para fundo documental adequado à deficiência dos alunos”, referiu a responsável, adiantando que este ano o financiamento foi para a aquisição de um computador com software necessário e um tablet.

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