Sp. Braga carimba apuramento para as meias-finais da Taça de Portugal

Desporto

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Carlos Costinha Sousa

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O Sp. Braga derrotou o Desp. Aves por 3-1, mas voltou a não convencer, sendo preciso recorrer ao prolongamento para se encontrar um vencedor. Foi necessário recorrer ao prolongamento para decidir a partida. Sp. Braga está nas meias finais ond e defrontará o Rio Ave.

As condições atmosféricas não ajudaram, com muito frio e chuva, mas mesmo assim, esperava-se mais das duas equipas durante o primeiro tempo. Uma primeira parte sem emoções, com excepção feita aos dois lances que deram os golos. Dois penáltis convertidos com sucesso que dita- ram o empate a uma bola que se registava ao intervalo.

O Sp. Braga entrou em campo a atacar e chegou à vantagem aos três minutos. Praticamente na primeira jogada, Baiano sofreu falta de Vasco Matos dentro da grande área do Desp. Aves. O árbitro Bruno Paixão assinalou a grande penalidade que Alan, chamado a marcar, converteu com sucesso, colocando os bracarenses na frente do jogo.

O golo que poderia trazer alguma tranquilidade e empurrar os arsenalistas para uma boa exibição não teve esse condão: o Sp. Braga mostrou-se algo apático, sem grande iniciativa e, apesar de ter maior tempo atacante, não encontrava caminhos para furar a defesa avense.
Por sua vez, os forasteiros trocavam muito a bola, mas sem grande eficácia a nível ofensivo e raramente levaram o perigo à baliza de Eduardo. No entanto, numa dessas iniciativas, nova grande penalidade, mas desta vez a favor do Aves. Baiano fez falta sobre Vasco Matos, Bruno Paixão marcou primeiro a falta fora da grande área, mas depois mudou de opinião e apontou para a marca da grande penalidade.

O bracarense Pedro Pereira foi chamado a converter e fê-lo com eficácia empatando novamente o encontro que com este resultado se encaminhou para o intervalo.
Ao contrário do que se esperava a segunda parte praticamente não teve história. Lances de verdadeira perigo foram uma raridade, com excepção feita a um cabeceamento de Custódio e um remata de Alan, já nos últimos dez minutos de jogo, que Quim defendeu com excelência evitando o golo bracarense. E, com naturalidade, passaram os 45 minutos e o prolongamento torou-se mesmo uma realidade.

Início do prolongamento e, passado apenas quatro minutos, golo dos Guerreiros do Minho: Alan marca o canto, Nuno André Coelho cabeceia a primeira vez e Rusescu, no sítio certo, remata para o segundo golo bracarense. Mais tranquilos, os arsenalistas aumentaram para 3-1 e decidiram o jogo aos 102 minutos, com um cabeceamento certeiro de Santos.
O Sp. Braga carimbou o passaporte para as meias-finais, mas voltou a revelar grandes dificuldades para vencer o jogo.

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