Cinco escolas da região nas Olimpíadas de Astronomia

Braga

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Realiza-se amanhã, nas instalações da Sociedade Científica ORION, em Gualtar, a eliminatória regional das Olimpíadas Nacionais de Astronomia, promovidas em Portugal pela Sociedade Portuguesa de Astronomia.
Na região apresentam-se a concurso 15 alunos de 5 instituições: Escola Secundária das Caldas da Taipas, Agrupamento de Escolas D. Maria II - Braga, Colégio Didalvi e Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio.

Os dez melhores candidatos apurados nas várias escolas irão à final nacional que decorrerá nos dias 17 e 18 de Abril, dos quais serão apurados quatro para a final internacional que decorre este ano, durante 10 dias, em Agosto na Indonésia.
As Olimpíadas de Astronomia pretendem cativar alunos para esta área multidisciplinar. De salientar, que a Astronomia carece de conhecimentos de Física (todas as suas vertentes, das mais fundamentais leis da Natureza à Geofísica ou à Física de Partículas), Matemática, Química, Geologia e até Biologia.

As ferramentas usadas para fazer Astronomia envolvem conhecimentos de informática, óptica, mecânica, criogenia, electrónica, navegação, etc.
A integração dos conceitos abordados na Astronomia nas demais áreas do saber tem consequências na Antropologia, na História e na Filosofia: a importância da Astronomia na construção da maior parte das sociedades humanas, por exemplo, assume-se como ponto central nos debates civilizacionais ao longo da História. Apresenta-se assim como um dos veículos para o ensino das várias ciências e ponto de relação com outras áreas do saber.

Em sentido contrário pode servir também como ponto integrador e convergente destas mesmas áreas do saber.
Tradicionalmente, é uma área que desperta o interesse, a curiosidade e o fascínio dos mais variados públicos, como atestam o crescente número de grupos, associações ou clubes dedicados à Astronomia e o grande número de participantes nas inúmeras acções, cursos e actividades de comunicação que grupos associados a museus, centros de investigação, centros Ciência Viva, núcleos de divulgação e profissionais individuais têm desenvolvido na última década.

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