Centenas de jovens à descoberta na ‘Noite dos Investigadores’

Braga

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José Paulo Silva

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Mais de um milhar de jovens participaram ontem em mais de duas dezenas de actividades experimentais da ‘Noite Europeia dos Investigadores’, iniciativa da Comissão Europeia coordenadas em Braga pela Escola de Ciências da Universidade do Minho (ECUM), em parceria com um conjunto alargado de entidades.

“Aproximar mais os cidadãos da ciência e dos cientistas, para que todos percebam o fundamental papel da Ciência no nosso bem estar e em tudo aquilo que nos rodeia” foi objectivo central da ‘Noite Europeia dos Investigadores’ apontado por Sandra Paiva, vice-presidente da ECUM.

O Museu D. Diogo de Sousa foi o principal ‘laboratório’desta jornada coordenada em Portugal por um consórcio liderado pela Universidade de Lisboa, que teve como tema central ‘A Ciência no dia-a-dia’.

“Estas actividades ajudam muito a atrair alunos aos cursos superiores na área das Ciências e a desenvolver o gosto pelo conhecimento”, sublinhou Sandra Paiva, que destacou a entrada do Instituto Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) no grupo de entidades parceiras da ECUM.
Ontem, entre as 16h00 e as 24h00, em vários postos instalados no Museu D. Diogo de Sousa, visitantes de todas as idades, mas predominantemente jovens em idade escolar, observaram e participaram em experiências, demonstrações e exercícios práticos em áreas como a Biologia, Biodiversidade, Física, Optometria, Nanotecnologia, Geologia, Ambiente, Matemática, Estatística, Computação, Química, Ciências da Comunicação, Psicologia e Enfermagem.
Assinalando o Ano Internacional das Leguminosas, houve mesmo um‘show cooking’ com o objectivo de provar a importância nutricional destes alimentos, mas também o seu contributo para a biodiversidade e a saúde dos solos

De entre outras demonstrações, uma equipa de investigadores do Departamento de Biologia da Universidade do Minho deram a observar os nemátodes, seres invisíveis mas fundamentais para o equilíbrio dos nossos solos.

Na actividade ‘Não há um dia sem química’, os visitantes ficaram a perceber como nos perfumes que usamos encontramos esta ciência na sua essência, que a reacção de Maillard acontece à mesa do almoço, ou ainda que uma célula eletroquímica alimenta-nos os telemóveis.
Desta e de outras formas, os investigadores provaram que a Ciência está, de facto, presente no nosso dia-a-dia.
Braga, à semelhança de outras 250 cidades europeias, celebrou a Ciência em mais uma “Noite Europeia dos Investigadores”.

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